Às vezes as pessoas não param pra pensar na vida como deveriam e esquecem do simples objetivo que temos nessa breve passagem pela Terra: ser felizes. Não é um problema qualquer que irá nos derrubar e fazer com que percamos o desejo e a fé na nossa felicidade. A cada dia que passa me convenço mais que felicidade é uma questão de escolha e de vontade de cada um. É hora de você aprender a se libertar daquilo que lhe prende de alguma forma em algo que lhe faz sofrer. É hora de deixar de se preocupar com o que os outros vão pensar/falar e agir de acordo com aquilo que o seu "eu" diz que é correto, que vai fazer bem pra você. Quanto mais você jogar pra frente algo que queira fazer e de tanto pensar não faz, mais vai sofrer, até o dia em que criar coragem de admitir que isso realmente lhe faz mal e botar pra fora. É comum as pessoas perguntarem para os amigos mais próximos se aquilo que estão pensando em fazer é correto. Muitas vezes, o amigo (por não saber a relevância que aquilo tem pra você) faz você desistir da idéia e busca logo ocupar sua mente para que esqueça o que você estava pensando em fazer. Porém, aquele sentimento só cresce em você e a vontade de colocar pra fora vai aumentando e aumentando. Se você sabe a importância que certo assunto tem na sua vida, não deixe de fazer algo para resolvê-lo por conta da opinião dos outros! Se você acha que é influenciado facilmente pelos outros, simples: não pergunte a opinião de ninguém. Faça e, se for conveniente depois, conte para alguém, mas não peça opiniões! A Felicidade é algo particular. Não é porque você é feliz da vida com uma casa na serra que eu vá ser feliz só quando tiver uma casa na serra também. Exemplo fútil, mas que serve para a situação: não é porque você é feliz escondendo seus sentimentos que eu vá ser feliz se esconder os meus.
Aprenda a se conhecer. Esse é o primeiro passo para a total felicidade.
E aprenda com os erros dos outros. O homem realmente inteligente é aquele que não precisa cometer os mesmos erros dos outros para aprender que são erros.
Como já dizia Carlos Drummond de Andrade: "A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."
Seguindo o vento...
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Em busca da liberdade.
"Um treinador de circo consegue manter o elefante aprisionado porque usa um truque muito simples: quando o animal ainda é criança, ele amarra uma de suas patas num tronco muito forte. Por mais que tente,o elefantinho não consegue soltar-se. Aos poucos, vai se acostumando com a idéia de que o tronco é mais poderoso do que ele.
Quando adulto, e dono de uma força descomunal, basta colocar uma corda no pé do elefante e amarrá-la num graveto que ele nem tenta libertar-se porque lembra que já tentou muitas vezes e não conseguiu.
Assim como os elefantes, nossos pés estão amarrados em algo frágil. Mas como,desde crianças, nos acostumamos com o poder daquele tronco, não ousamos fazer nada.
Sem saber que basta um simples gesto de coragem para descobrir toda nossa liberdade."
A lição da borboleta
Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
"Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar."
terça-feira, 2 de novembro de 2010
A idade certa
"Existe somente uma idade para a gente ser feliz.
Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível
sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realiza-los a
despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver
apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa
própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e
experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um
convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar
algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fulgaz na vida da gente chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa..."
(Autor Desconhecido)
Viver não dói
"Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou
em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projecções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional."
(Carlos Drummond de Andrade)
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou
em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projecções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional."
(Carlos Drummond de Andrade)
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